Participação intensa em teleconferência
sobre transgênicos
Mais de 120 perguntas de todo o Brasil foram respondidas
na íntegra durante a teleconferência “Instruções
de Serviço para Fiscalização de
Organismos Geneticamente Modificados - OGMs”,
conhecidos popularmente como transgênicos, realizada
na tarde de 10 de novembro no auditório do CONFEA
em Brasília e transmitida através de um
sistema de Rede Corporativa para o CREA-RS, entre outros
36 pontos do sistema CONFEA/CREAs em todo o País.
A abertura foi feita pelo presidente do CONFEA, eng.
Wilson Lang, mediador do debate, e pelo secretário
de Defesa Agropecuária e de Apoio Rural e Cooperativismo
do Mapa, eng. agrônomo Maçao Tadano. Logo
em seguida, o eng. agrônomo Marcus Vinícius
Segurado Coelho, deu uma visão geral sobre os
transgênicos, informando que o cultivo no Brasil
começou em 1996, com 1,7 milhões de hectares
plantados. Hoje este número está em 58,7
milhões. Os produtos mais comuns são soja,
milho e algodão.
O segundo a se manifestar, foi o coordenador técnico
da CGPC (Coordenação Geral de Produção
de Cultivares), José Neumar Francelino, falando
da fiscalização da produção
e comercialização de sementes.
O Fiscal Federal Alexandre Scarpelini abordou Fiscalização
do Trânsito Internacional dos OGMs. Ele explicou
que o risco maior ocorre nas fronteiras do Mercosul
e noticiou que o Mapa está intensificando a fiscalização
nessas áreas.
O diretor Departamento de Defesa e Inspeção
Vegetal do Mapa, Girabis Evangelista Ramos, falou sobre
o glifosato, herbicida recomendado para a eliminação
de plantas daninhas, hoje usado na cultura de soja.
Durante o debate, foi deixado claro que a comercialização
do produto atualmente só é permitida até
31/01/2004 e que o plantio na próxima safra deverá
ser somente de sementes convencionais.
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