Senge defende Cientec e demais fundações na Assembleia


Diretor João Leal Vivian fez forte pronunciamento em Audiência Pública convocada pela Comissão de Segurança e Serviços Públicos

Créditos: Arquivo Senge-RS

O diretor de Negociações Coletivas do Senge-RS João Leal Vivian foi o representante do Sindicato na Audiência Pública convocada peça Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa para analisar as perspectivas e fazer um balanço da situação atual das estruturas e do quadro de servidores das Fundações do Estado.

Por iniciativa das deputadas Luciana Genro (PSOL) e Juliana Brizola (PDT) e do deputado Luiz Fernando Mainardi (PT) a audiência reuniu sindicalistas e servidores num clima de contestação à posição do governador Eduardo Leite e do seu antecessor.

Coube ao representante do Senge reafirmar no seu pronunciamento a postura e a atuação histórica do Sindicato em defesa das fundações, dos servidores e dos serviços diferenciados e de alta qualidade prestados por estas instituições.

Ao tratar das justificativas do então governador Sartori para o pacote das extinções das Fundações, João Leal Vivian foi taxativo ao afirmar que “como engenheiros, quando tentamos diagnosticar e equacionar todos os indicadores relativos as extinções, não encontramos resultados, pois são tantas incógnitas para justificativas rasas e ideológicas”.

Alertou os deputados para aspectos relevantes que precisam da atenção de toda a sociedade, entre eles “a responsabilização do gestor público, renúncia de receita, aumento de despesas, patrimônio público ocioso e sendo sucateado e constante massacre aos empregados públicos”.

Citando a Cientec, Vivian destacou também que “o modelo de gestão foi alterado em uma instituição de ciência e tecnologia para uma simples equação: receita x despesa. O modelo de subvenção econômica praticado mundialmente e aplicado na Cientec durante 75 anos foi desprezado no governo Sartori”.

Foi além, ao frisar que em 10 anos, o modelo até então praticado pela Cientec permitiu a obtenção de resultados operacionais na casa de R$ 55 milhões. Segundo ele, tal simplificação é um “erro grave visto que a diminuição das despesas previstas não se concretizou, mas as receitas zeraram, o que se caracteriza no mínimo em um desequilíbrio financeiro grave que deve ser apurado pelos órgãos de controle”.

Como integrante do quadro técnico da Cientec e considerando a situação dos servidores e as soluções que o Rio Grande do Sul necessita, Vivian afirmou que “mesmo pisoteados dia a dia, reunimos forças para colaborar e construir soluções. Motivados em contribuir com à inadiável alavancagem do desenvolvimento tecnológico, econômico e social do Rio Grande do Sul, indicamos tecnicamente a potencialização e aperfeiçoamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, com o aproveitamento do patrimônio público, material e imaterial, das Fundações do Estado pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs).

Um projeto baseado em conceitos técnicos e com o foco na sustentabilidade da Universidade Pública que busca viabilizar com eficiência a continuidade de serviços, pesquisas e convênios estratégicos das fundações com a preservação do patrimônio público. E concluiu, lembrando que “o silêncio dos laboratórios tem que atender o ruído das ruas e dos campos. Calar o plantio do conhecimento é condenar ao fracasso a colheita do progresso social e econômico”.

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