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CREA-RS fiscaliza parque da Cachoeira em São Francisco de Paula


Ponte histórica de ferro que leva ao parque da Cachoeira, local conhecido como passador do Inferno. Créditos: Arquivo CREA-RS

Situado entre os Rios Cará e Santa Cruz, onde se encontra a histórica Ponte de Ferro, local que antigamente era conhecido como “Passador do Inferno”, por onde as caravanas de viajantes atravessavam o rio Santa Cruz. Está localizado na RS 476 – Estrada Canela sentido Bom Jesus, a 18 km de Canela e 35 km do centro de São Francisco de Paula.

O Parque Ecológico da Cachoeira oferece, além de estadias, esportes de aventuras como o Super Cabo Aéreo (gaiola + tirolesa), Pêndulo (salto da ponte), Rapel da Gaiola 50 m, Rapel da Cachoeira 35 m.  

Este foi mais um parque fiscalizado pelo CREA-RS no dia 10 de janeiro, sob a supervisão de Alessandra Borges e o agente fiscal Homero Lopes. O objetivo é reforçar a fiscalização, de forma a proporcionar um melhor atendimento, garantindo à sociedade que estes locais tenham responsáveis técnicos habilitados na elaboração dos PPCIs e manutenção de equipamentos.

A operação abrange as áreas de Engenharia Civil, Mecânica e Metalúrgica, Elétrica e Química, durante a qual agentes fiscais verificarão a presença de laudos técnicos nos estabelecimentos, como o Plano de Prevenção contra Incêndios - que deve ser assinado por Engenheiro e estar acompanhado pela Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

A supervisora Alessandra Borges e o agente fiscal Homero Lopes verificam a documentação entregue pelo proprietário Paulo de Tarso MazotiSegundo um dos proprietários, Paulo de Tarso Mazoti, antigamente o lugar era apenas um sítio, no qual o dono queria apenas plantar frutíferas, mas sofria com as ações de caçadores. “O meu pai, na época, queria um lugar para desenvolver a piscicultura e considerava esta área ideal, mas possuía outra área em Gramado exatamente com as características que desejadas pelo antigo dono deste lugar. Então, eles trocaram. O meu pai foi comprando mais ao redor e terminou com as ações dos caçadores. E o pessoal pedia para entrar no parque por causa dos peixes. Mas não existe mais o cultivo de peixes, apenas a água, que alimenta a miniusina hidrelétrica do parque, que é auto-suficiente de eletricidade”, explicou. 

Paulo explicou ainda que a estrutura do parque foi pouco a pouco se transformando. “Primeiro veio a área de acampamento, depois as cabanas. Quando eu vim para cá era só hospedagem, mas, então, comecei a instalar as atividades de aventura”, ressaltou.

Super Cabo Aéreo (gaiola + tirolesa)De acordo com ele, todos os equipamentos passam por manutenção periódica, sob a orientação do Engenheiro Mecânico Alisson Galvan Bellé, responsável técnico. Na ocasião, as ARTs solicitadas pela fiscalização do CREA-RS foram apresentadas.

O parque entrega um mapa orientativo das áreas mais perigosas e as melhores para o mergulho“Estamos sempre conferindo as fitas, cabos, cadeirinhas, gaiolas. Os cabos da tirolesa são galvanizados. A cada 45 dias, é colocada graxa para os cabos ficarem mais macios”, detalha.

Destaca a fiscalização do CREA-RS no sentido de garantir a segurança dos usuários do parque. “É importante que as pessoas saibam que o parque é fiscalizado e que temos os laudos técnicos de inspeção em dia, que há manutenção nos equipamentos”, ressaltou, lembrando ainda que são entregues na recepção um regulamento e um mapa, orientando as pessoas sobre os locais mais perigosos, com mais pedras e profundos no rio.  “As regiões dos dois rios são demarcadas, mostrando os lugares melhores para mergulhar”, finaliza. 

 

 

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